Qual é a fundação do amor mais poderoso? Talvez uma pequena audácia, talvez uma frágil audácia de porcelana…
I hear you say “Why?” Always “Why”’ you see things; and you say “Why?" But I dream things that never were; and I say “Why not?” G. Bernard Shaw

sábado, 31 de janeiro de 2009
Galáxias Nas Minhas Mãos...
Qual é a fundação do amor mais poderoso? Talvez uma pequena audácia, talvez uma frágil audácia de porcelana…
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Let's Talk...
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domingo, 25 de janeiro de 2009
L' important C' est LA ROSE...
Gilbert Bécaud: " L' Important c'Est la Rose " /Clicar AQUI

Amália Rodrigues: "L'important c'Est la Rose" / Clicar AQUI
"Toi qui marches dans le vent, Seul dans la trop grande ville, Avec le cafard tranquille, Du passant Toi qu’elle a laissé tomber Pour courir vers d’autres lunes Pour courir d’autres fortunes, L'important...
L’important, c’est la rose, l’important, c’est la rose, l’important, c’est la rose, crois-moi…
L’important, c’est la rose, l’important, c’est la rose, l’important, c’est la rose, crois-moi...
L’important, c’est la rose, l’important, c’est la rose, l’important, c’est la rose, crois-moi...
Toi pour qui, donnant donnant, J’ai chanté ces quelques lignes, Comme pour te faire un signe En passant Dis à ton tour maintenant Que la vie n’a d’importance
Que pour une fleur qui danse Sur le temps
L’important, c’est la rose, l’important, c’est la rose, l’important, C'EST LA ROSE, crois-moi…"

sábado, 24 de janeiro de 2009
E, de dia...
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Mais si tu n' existais pas...
Não te posso abraçar como se abraça ternamente uma árvore, teu abraço deixa indelével a história tortuosa da humanidade, o pranto e o júbilo como uma só coisa. Todos os instantes que chegam, estando de partida, não mais me desconcertam no vinho e na pedra onde repouso. Porém, algo me perturba quando há rosas quebradas e tristeza.
dizer que existimos.
in Assombrosamente os Bichos...
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Da Ciência do Ovo
Na Índia, segundo o Chandogya Upanixade, o ovo, nascido do Não-Ser, gerou os elementos.
apareceram: um de prata; o outro de ouro.
O que era membrana externa transformou-se nas montanhas;
Na verdade, Hindus, Celtas, Gregos, Egípcios, Fenícios, Tibetanos, Chineses, Japoneses, siberianos e muitos mais povos partilham a ideia de que o ovo é uma realidade primordial que contém em germe a multiplicidade dos elementos, incluindo a multiplicidade dos seres.
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Versão de Cesare de Sesto (1477 -1523) para "Leda e o Cisne", de Leonardo da Vinci |
Há ainda o ovo filosófico, ligado à tradição alquimista,
São belíssimas obras de arte, os Ovos de René Lalique
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"Se esta galinha põe ovos de ouro, dentro dela deve haver um tesouro!" Matou a galinha e ficou admirado pois, por dentro, a galinha era igual a qualquer outra. Esopo Quem tudo quer tudo perde. |
Há quem coma ovos crus.
Ao pequeno almoço, "quentes", são deliciosos..
Contar até 180 numa cadência ritmada ao passo dos minutos, logo após a água ter começado a ferver e, então, o ovo adquire a cozedura ideal para poder ser batizado de ovo quente na toponímica gastronómica...
Os ovos de Páscoa estão associados à renovação periódica da natureza, à ressurreição, à representação do poder criador da luz, ao círculo
Ingredientes:
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6 colheres de açúcar
6 gemas
água q.b.
raspa de limão
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preparação: |
Num tacho põe-se o açúcar, cobre-se com água e vai ao lume até fazer um ponto leve.
Retira-se do lume.
Deixa-se arrefecer e juntam-se as gemas bem batidas e raspa de limão.
Vai novamente ao lume até engrossar um pouco.
Deita-se o conteúdo numa taça de vidro.
Fonte: Petiscos.com, por Paula Ferreira
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Tão fofos...
domingo, 18 de janeiro de 2009
The Matrix Code

Se olharmos em pé, recuando uns passos, veremos Marilyn Monroe
A Alegoria da Caverna, de Platão
Trata-se de um diálogo metafórico entre o seu Mestre, Sócrates, e os seus irmãos mais novos, Glauco e Adimanto.
Ilustra como o senso comum em falsas crenças pode aprisionar-nos à ilusão da realidade. E, embora o filósofo possa ser tomado por louco, mentiroso e corruptor da ordem, Sócrates propõe o conhecimento filosófico, que busca as respostas não no acaso mas na causalidade, e a educação, como as condições indispensáveis para a conquista da verdade, da liberdade e da luz.
(filme de animação I) Clicar AQUI

Segundo a alegoria, o processo para a conquista da consciência abrange dois domínios: o domínio das coisas sensíveis (eikasia e pístis) e o domínio das idéias (diánoia e nóesis). Para Platão, a realidade está no mundo das ideias, embora a maioria das pessoas viva no mundo ilusório das coisas sensíveis, i.é. num plano de percepção de imagens (eikasia) mutáveis e corruptíveis, que não constituem objectos de conhecimento.

A Alegoria da Caverna / Diálogo entre Sócrates e Glauco

Imagina homens numa morada subterrânea, em forma de caverna, com uma entrada aberta à luz; esses homens estão aí desde a infância, de pernas e pescoços acorrentados, de modo que não podem mexer-se nem ver senão o que está diante deles, pois as correntes impedem-nos de voltar a cabeça;
a luz chega-lhes de uma fogueira acesa numa colina que se ergue por detrás deles; entre o fogo e os prisioneiros passa uma estrada ascendente.
Imagina que ao longo dessa estrada está construído um pequeno muro, semelhante às divisórias que os apresentadores de títeres armam diante de si e por cima das quais exibem as suas maravilhas.
Glauco: Estou a ver Sócrates –
Sócrates:Imagina agora, ao longo desse pequeno muro, homens que transportam objectos de toda a espécie, que os transpõem: estatuetas de homens e animais, de pedra, madeira e toda espécie de matéria; naturalmente, entre esses transportadores, uns falam e outros seguem em silêncio.(…)
Assemelham-se a nós. E, para começar, achas que, numa tal condição, eles tenham alguma vez visto, de si mesmos e de seus companheiros, mais do que as sombras projectadas pelo fogo na parede da caverna que lhes fica defronte?
Glauco: Como, se são obrigados a ficar de cabeça imóvel durante toda a vida?
Sócrates: E com as coisas que desfilam? Não se passa o mesmo?(…) Portanto, se pudessem comunicar uns com os outros, não achas que tomariam por objectos reais as sombras que veriam? (…) E, se a parede do fundo da prisão provocasse eco sempre que um dos transportadores falasse, não julgariam ouvir a sombra que passasse diante deles? (…) Dessa forma, tais homens não atribuirão realidade ao que não passa das sombras (…)?
Glauco: Assim terá de ser.
Sócrates:- Considera agora o que lhes acontecerá, naturalmente, se forem libertados das suas cadeias e curados da sua ignorância. Que se liberte um desses prisioneiros, que seja ele obrigado a endireitar-se imediatamente, a voltar o pescoço, a caminhar, a erguer os olhos para a luz: ao fazer todos estes movimentos sofrerá, e o deslumbramento impedi-lo-á de distinguir os objectos cujas sombras via dantes Que achas que responderá se alguém lhe vier dizer que até então não viu senão fantasmas, mas que, agora, mais perto da realidade e voltado para objectos mais reais, vê com maior justeza? Se, enfim, mostrando-lhe cada uma das coisas que passam, o obrigar, à força de perguntas, a identificar o que vê? Não achas que ficará perturbado e que as sombras que via outrora lhe parecerão mais verdadeiras do que os objectos que lhe são agora mostrados?
Glauco: Muito mais verdadeiras.
Sócrates:E, se o forçarem a fixar a luz, os seus olhos não ficarão magoados? Não desviará ele a vista para a voltar para as coisas que pode fitar, e não acreditará que estas são realmente muito mais distintas do que aquelas outras que lhe são mostradas? (…).
E se o arrancarem à força da sua caverna, o obrigarem a subir a encosta rude e escarpada e não o largarem antes de o terem arrastado até o contacto com a luz do Sol, não sofrerá ele vivamente e não se queixará de tais violências? E, quando tiver chegado ao contacto com a luz, poderá, com os olhos ofuscados pela claridade, distinguir uma só das coisas denominamos verdadeiras?(…) Terá, creio eu, necessidade de se habituar a ver os objectos da região superior. Começará por distinguir mais facilmente as sombras; em seguida, as imagens dos homens e dos outros objectos que se reflectem nas águas; por último, os próprios objectos. Poderá contemplar mais facilmente, durante a noite, os corpos celestes e o próprio céu do que, durante o dia, o Sol e a sua luz. (…) Por fim, suponho eu, será o sol, e não as suas imagens reflectidas nas águas ou em qualquer outra coisa, mas o próprio Sol, no seu verdadeiro lugar, que poderá ver e contemplar tal qual é. (…) Depois disso, poderá concluir, a respeito do Sol, que é ele que faz as estações e os anos, que governa tudo no mundo visível e que, de certa maneira, é a causa de tudo o que ele via com os seus companheiros, na caverna.
Glauco: É evidente que chegará a essa conclusão.
Sócrates: Ora, lembrando-se de sua primeira morada, da sabedoria que aí se professa e daqueles que foram seus companheiros de cativeiro, não achas que se alegrará com a mudança e lamentará os que lá ficaram?
Glauco: Sim, com certeza, Sócrates.
Sócrates: E, (…) como o herói de Homero, não preferirá mil vezes ser um simples lavrador, e sofrer tudo no mundo, a voltar às antigas ilusões e viver como vivia?
Glauco:- Sou de tua opinião. Preferirá sofrer tudo a ter de viver dessa maneira.
Sócrates: Imagina ainda que esse homem volta à caverna e vai sentar-se no seu antigo lugar: Não ficará com os olhos cegos pelas trevas ao afastar-se bruscamente da luz do Sol?
Glauco: Por certo que sim.Sócrates.
Sócrates: E se tiver de entrar de novo em competição com os prisioneiros que não se libertaram das suas correntes, para denunciar essas sombras (…) não fará que os outros se riam à sua custa e digam que, tendo ido lá acima, voltou com a vista estragada, pelo que não vale a pena tentar subir até lá? E se tentar libertar e conduzir alguém para fora da caverna, esse alguém não o mataria, se pudesse fazê-lo?
Glauco: Sem nenhuma dúvida.
Sócrates: Agora, meu caro Glauco, é preciso aplicar, ponto por ponto, esta imagem ao que dissemos atrás e comparar o mundo que nos cerca com a vida da prisão na caverna, e a luz do fogo que a ilumina com a força do Sol. Quanto à subida à região superior e à contemplação dos seus objectos, se a considerares como a ascensão da alma para a mansão inteligível, não te enganarás quanto à minha ideia, visto que também tu desejas conhecê-la. Só Deus sabe se ela é verdadeira. Quanto a mim, a minha opinião é esta: no mundo inteligível, a ideia do bem é a última a ser apreendida, e com dificuldade, mas não se pode apreendê-la sem concluir que ela é a causa de tudo o que de recto e belo existe em todas as coisas; no mundo visível, ela engendrou a luz; no mundo inteligível, é ela que é soberana e dispensa a verdade e a inteligência; e é preciso vê-la para se comportar com sabedoria na vida particular e na vida pública.(…)
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Mandalas
Veeno cresceu na Suiça e trabalhou aí como psicoterapeuta por mais de vinte anos. Os seus caminhos pela meditação como discípula de Osho, levaram-na até à Ásia, onde se apaixonou pela expressividade das Mandalas. No contacto com o poder curativo desta forma antiquissima de arte, tornou-se sua paixão explorar os mistérios desta dança infinitamente curva em torno de um núcleo central. A sua pintura espelha a totalidade.
